
O antropólogo britânico Paul Warner causou polêmica ao anunciar os resultados de uma pesquisa que, segundo ele, pode revelar a localização do corpo de Jesus Cristo.
De acordo com Warner, os restos mortais estariam enterrados em uma câmara secreta dentro da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito — no mesmo local onde estaria escondida a lendária Arca da Aliança.
A revelação foi publicada por meio do Projeto de Recuperação da Grande Arca (GARP), que afirma que tanto o corpo quanto a arca estariam em uma caverna selada atrás de um bloco de pedra, situado na passagem sul da câmara subterrânea da pirâmide. O acesso ao local, segundo Warner, é impossível atualmente sem a remoção dessa barreira rochosa.
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Estudo combina textos sagrados e registros arqueológicos
Para chegar a essa conclusão, Warner baseou seu trabalho na análise de imagens e vídeos da área mais profunda da pirâmide — um túnel esculpido diretamente na base rochosa da estrutura. A pesquisa foi apoiada por um extenso cruzamento de informações entre textos sagrados do cristianismo, judaísmo e islamismo com inscrições antigas em tábuas de argila cuneiformes da Mesopotâmia.
Segundo o antropólogo, locais bíblicos como o Monte Sinai, o Monte Sião, o Monte das Oliveiras e a Montanha da Luz seriam, na realidade, referências simbólicas à própria Grande Pirâmide. Warner vai além e propõe que até mesmo o Sermão da Montanha teria sido realizado nesse local sagrado.
Próximo passo: abrir a passagem sul
Com base em suas descobertas, Warner afirma que o próximo passo é liberar a passagem sul da pirâmide para acessar fisicamente a câmara secreta e testar sua hipótese in loco. “A descoberta tem o potencial de trazer paz ao Oriente Médio”, declarou.
De acordo com o GARP, os dados da pesquisa foram entregues às autoridades egípcias. Em resposta, o Conselho Supremo de Antiguidades nomeou Warner como consultor do Scan Pyramids Mission — uma iniciativa científica internacional que utiliza tecnologia de detecção por radiação de múons para escanear o interior da pirâmide sem perfurações. O processo, no entanto, ainda está em andamento.
A revelação, se confirmada, poderá ter implicações históricas, arqueológicas e religiosas de proporções incalculáveis.
Fonte: Projeto de Recuperação da Grande Arca (GARP). Este conteúdo foi criado com a ajuda da IA e revisado pela equipe editorial.
